quinta-feira, 28 de maio de 2009

Adios


Verdadeiro velho oeste: prosperidade

Este será meu ultimo post por alguns meses.
Ao contrário de nossos opositores, todos os meus recursos vem da iniciativa privada, e deste modo, era um problema o fato de que o blog estava tomando algum tempo em meu trabalho.
De todo modo, gostaria de dedicar esta ultima postagem a falar do volhe oeste americano.
A expressão ''velho oeste'' e seus derivados ''faroeste'' e ''oeste selvagem'' se refere basicamente a costa oeste americana, sobretudo os estados que hoje são California e Nevada, no seculo XIX.
Por que está expressão?
Ora, basta se lembrar da bandeira americana.São 50 estrelas( o numero de estados) e 13 listras ( as colonias originais).Em outras palavras: originalmente os Estados Unidos da America eram apenas uma pequena porção do território de hoje, a região do nordeste, que hoje compreende cidades como Noya York e Boston.Todo o resto do território, especialmente o oeste, foi uma expansão, conquistada através de compras de terrenos e guerras ( curiosidade: os comandos americanos se vestiam de verde e tinham como grito de guerra ''green go!''' e daí surgiu a mundial gíria de que ''gringo'' é um estrangeiro.)
Em resumo, no seculo XIX a parte oeste do território americano praticamente não tinha governo algum.Isso porque ela havia acabado de ser anexada, gerando um hiato de administração, que levou décadas para ser preenchido( lembrem-se, na época nao havia comunicações modernas ou internet).As unicas autoridades, como viamos nos imortais filmes de velho oeste, como os de John Wayne, eram as autoridades locais, como o prefeito e o Xerife.E isso quando elas existiam.
A verdade é que muito pouco se sabe sobre o velho oeste americano.Hollywood nos fez acreditar que tratava-se de uma região extremamente perigosa.Será que isso era verdade?Vejamos.
É fato de que no velho oeste as estatísticas fariam a turma do desarmamento ficar de cabelo em pé.O indice de habitantes que possuiam armas era muito próximo de 100%.Era um conceito pacífico o de que cabia a cada um prover por sua própria defesa e segurança, e não ao (inexistente) estado.Esse aspecto peculiar do velho oeste sem dúvida foi o mais explorado pelos filmes de bang-bang.
Em compensação, ao contrário do que se pensa, a criminalidade era surpreendentemente baixa.Se formos realmente pescar o que os filmes nos mostram, os relatos eram de cidades pacatas que tinham a tranquilidade momentaneamente interrompida por indios ou arruaceiros.E logo a paz retornava.Era uma sociedade de confiança onde o comercio era vigoroso e crescente.
E o mais interessante: desde o ano de 1800, com o oeste incluido, o analfabetismo é zero nos EUA.E detalhe: a primeira escola publica daquele país foi construida em 1844, com o sistema só se universalizando na virada do seculo XX.Foram puritanos lendo a biblia e construindo escolas tão logo chegavam a novas terras que erradicaram o analfabetismo.Não foram as escolas públicas, ao contrário do que se pensa.
Importantes historiadores, como Richard Shenkman da universidade de Yale, por exemplo, atribuem os mitos do velho oeste aos filmes Hollywoodianos ''Muito mais pessoas morreram nos filmes de John Wayne do que no próprio velho oeste'' diz Shenkman.
O fato é que um pouco da cultura de ausência de estado continua até hoje por lá.Hoje Nevada, estado que teria tudo para ser miserável, pois se situada em uma região de natureza inospita e em cima de um grande deserto, é um dos maiores centros de turismo do planeta.Como lá restrições não são muito toleradas, a prática do jogo floresceu e com ela a industria de cassinos que permite que todos os habitantes da cidade desfrutem de padrões de vida com que um brasileiro médio nem sonha em ter.Quanto a California, este estado sozinho é responsável por 20% de todo o produto interno bruto dos EUA e apenas seis paises do mundo possuem economia maior do que o Estado!Graças a cultura de ausência de estado de seus antepassados, na California se pariu o Vale do Silicio, a cultura do risco, do empreendedorismo, dos sonhos, que fez nascer quase tudo o que se admira hoje em dia: a Apple, a HP, a Cisco, o Google e tantos e tantos outros.
E porque em algum momento na estrada passamos de nossos próprios xerifes, nossos próprios donos, para simples servos e vassalos do estado?Porque não continuamos a lei da bala, e assim recebemos cada fiscal da receita e cada policital nojento que nos esfrega um bafômetro na cara?Porque fomos infelizmente convencidos de que isso seria em nosso interesse.
Como diria o personagem V, do inesquecível romance de Alan Morre ''se quiserem procurar o culpado por todo o sofrimento dos ultimos 10 mil anos, Londres, por toda a servidão, o medo e a culpa, não precisam ir mais longe que apenas olhar para o espelho''

quarta-feira, 27 de maio de 2009

E nosso vice-presidente já se mandou


ADIÓS!

José Alencar anunciou hoje que está indo tratar seu cancer nos E.U.A.
Se ele não fosse político, aliás, ja teria feito isso Ha muito tempo.
Os médicos americanos são infinitamente melhores que os brasileiros por um simples motivo: lá eles não têm vergonha de admitir o óbvio: que não dão a mínima para os pacientes.Tudo o que querem é simplesmente o que todo mundo quer: lucrar em cima de seus clientes.
Com um povo com renda média 10 vezes mais alta pode se formar em torno da região de Boston( com zonas secundárias em Cleaveland e Houston) o principal cluster mundial de medicina de ponta.
Os pacientes sabem disso, e pagam alto para fugir do sistema publico de saude.
Aqui como lá, o que o estado faz ele faz mal.Aqui como lá quando cada um luta para fazer o melhor para si, o próprio sistema de mercado se encarrega de obrigar estas pessoas a que façam um bom trabalho para alcançar seus objetivos.Nunca custa relembrar Adam Smith: ''Não é da benevolência do padeiro, do açougueiro e do cervejeiro que eu espero que saia meu jantar, mas sim de seus próprios auto-interesses''
A solução é obvia: deveríamos acabar com os hospítais públicos, privatizar a saude e melhorar de uma vez a saúde da popualação.

Prejudicar os bondholders da GM é um crime contra a propriedade privada

GM Bondholders Are People Like You and Me

The government is punishing one group of workers to reward another.

I am an American retiree. Like many small investors, I am relying on "safe" investments such as bonds backed by America's largest companies to fund my retirement. One of these companies is General Motors.

First, let's set the record straight about who owns GM's bonds. We are hardworking families, individual investors and retirees who purchased billions of these bonds in $25, $50 and $100 increments. Many bonds were bought directly and others are held in our pension funds, 401(k) plans and other retirement programs.

I purchased GM bonds in 2005 and own $91,000 worth. These bonds account for a very sizeable portion of my retirement income, and so it is absolutely devastating to watch GM's problems bring the once venerable company to the brink of failure. My standard of living is truly in jeopardy.

Despite the terrible position my fellow bondholders and I are in, we are being portrayed as the cause of GM's problems and inability to restructure.

Who is perpetrating this myth? The American government, which is at once encouraging investment in U.S. companies and vilifying those who have already invested. Billions upon billions of taxpayer dollars have been used to stabilize companies to restore investor confidence. But how can investors be confident when they're at risk of ending up on the wrong end of the government's stick?

Even more disturbing: The government's proposed restructuring plans benefit one class of retirees at the expense of another. I understand that we each have equal claims in bankruptcy. However, under the current plan GM's union retirees will receive 39% of the restructured company and $10 billion in cash in exchange for $20 billion in claims. Bondholders, however, receive a mere 10% for $27 billion in claims in the form of stock (and no cash).

I am a retired dye-making trade worker and even worked in the auto industry during my career. I don't understand why the government is penalizing people like me just for having funded my retirement with GM bonds. Bondholders, especially small bondholders, are being ignored in negotiations and singled out to bear the greatest share of the cost of restructuring GM.

We are not an unreasonable group. We understand that to save GM everyone will need to endure economic pain. But we are very troubled by the government's decision to give UAW retirees -- equal members, with the bondholders, of the unsecured creditor class -- preferential treatment. The government cannot be permitted to rewrite bankruptcy rules on a whim to selectively benefit equal groups.

Small bondholders use the interest from GM bonds for everyday living expenses and cannot afford to see GM go bankrupt. And though we've been branded as an obstacle, small investors like me are in fact the solution. Our continued investment in U.S. companies and markets is critical to an economic recovery.

By treating investors fairly, GM could take the lead in making the market attractive once again.

Mr. Buchholtz is a retired trade worker from Warren, Mich.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Liberalismo econômico ajuda a trazer democracia

Peaceful Evolution Angst

Published: May 24, 2009

HO CHI MINH CITY, VIETNAM — The Vietnamese Communist Party, like its fraternal party in China, has identified the No. 1 threat it faces. The looming danger is called “peaceful evolution.”

That may sound like the weatherman warning of the menace of clear, sunlit skies. But the architects of Market-Leninism, who have delivered fast-growth capitalism to one-party Asian states, are in earnest. The nightmares they have are not about revolutionary upheaval, but the drip, drip, drip of liberal democracy.

Twenty years after Tiananmen Square, revolt is dormant and students docile from Beijing to Hanoi. They’ve bought into development over democracy for the foreseeable future. They may want more freedom, but not to the point that they will confront the system, as the Tiananmen generation did.

“The major task for China now is development,” a Peking University ecology major named Song Chao told my colleague Sharon LaFraniere. That’s the mood here in Vietnam, too, where moving up from motorbikes to cars is more likely to occupy the next generation than pushing for multiparty democracy.

As in China, this pragmatic sentiment is related to trauma. Both countries saw civil wars in the second half of the 20th century that exacted tremendous tolls. So stability is prized, especially as it has brought fast-rising living standards.

But there’s more to the shift that has made “peaceful evolution” the specter keeping Asian politburos awake at night.

Technology has taken the “total” out of totalitarian. The Stalinist or Maoist dark night of the soul has been consigned to history by wired societies. Neither China nor Vietnam is free. At the same time, neither is so un-free as to make their citizens ache for liberty.

Shi Guoliang, who researches the social outlook of young people at Beijing’s China Youth University for Political Sciences, told the Financial Times that: “Students don’t do sit-ins, they blog and use Twitter.”

Of course, the Chinese authorities block some Web sites deemed hostile. Internet freedom is limited. Here in Vietnam, where things are generally more tropical-lax than up north, that freedom is far greater. (Vietnamese rivalry with China is a constant beneath all the official fraternity.)

In both countries, communication and the online world serve as safety valves for one-party states where Communism is little more than the brand name given to power retention.

In general, I’d say the era of revolutions is over. Google has gobbled the insurrectionary impulse. That is the main difference between the Tiananmen generation and Asia’s rising “Generation Global.” Heat rises in a confined space. When walls and borders are porous, it gets dissipated.

So what’s a party functionary, having digested the lessons of Mao and Ho, to fret about if not “peaceful evolution?”

The almost noiseless implosion of the Soviet system and the velvet revolutions of central Europe have made an indelible impression on the architects of 21st-century soft repression. They’re alert not to bangs but to whimpers.

Their systems are quiet. They are based not on terror and Gulags, but on the establishment of red lines that only impinge on freedom where freedom begins to mean the right to denounce or organize against the authorities.

So what the custodians of repression-lite Communism with a capitalist face fear are not revolutionary cells armed with AK-47s but harmless-sounding nongovernmental organizations (NGOs). They’re on the watch for puffy-faced, over-educated Western idealists who, behind talk of human rights and the rule of law, may be blurring those red lines and sucking the fiber of a Communist cadre.

“You can register a company here in a day, but forget about registering an NGO or charity,” Jonathan Pincus, who runs a branch of Harvard’s Kennedy School in Ho Chi Minh City, told me. A Russian delegation was in Vietnam recently giving advice on how to counter the NGO menace.

That’s regrettable but hardly disastrous. The best should not be the enemy of the good. The rapid rise of China and Vietnam, accounting between them for some 20 percent of humanity, has ushered hundreds of millions of people from poverty since totalitarian Communism fell. The West is in no position to say it knows better.

Something there is about a single doctrine that rubs humanity the wrong way. For a brief moment, after the Berlin Wall fell, free-market, multiparty liberal systems seemed set to sweep everything in their triumphant path. But from Moscow to Beijing to Hanoi, reaction came. Markets and nationalism trumped freedom and the vote; the noble spirit of Tiananmen and Berlin faded.

America, born as a liberating idea, must be true to that and promote its values. But, sobered and broke, it must be patient. As the emergent middle classes of Vietnam and China become more demanding of what they consume, they will also be more demanding consumers of government.

They will want more transparency, predictable laws, better health care, less corruption, broader education, freer speech and fewer red lines.

One-party states will be hard pressed to provide that. Another quarter-century down the road, I’d bet on more democracy and liberty in Beijing and Hanoi, achieved through peaceful evolution, no less.

Libertarian Planet-1 ano!

No dia de hoje o blog Libertarian Planet comemora 1 ano de existência.
Neste período, recebemos 453 emails com manifestações e opniões sobre nossos textos.Vejamos o quadro geral:

Total de mensagens recebidas: 453
Total de mensagens se dizendo contrárias a nossas idéias: 277
Total de mensagens favoráveis a nossas idéias: 70
Total de mensagens sem posição clara: 80

Se levássemos a sério esta estatística concluiriamos que o Brasil é um país extremamente libertário.Com 70 mensagens favoráveis em um universo de 453, isso daria um percentual de aproximadamente 15% de libertários brasileiros.Obviamente isso não é o caso.Os libertários brasileiros são com certeza muito menos do que 1% do total de brasileiros, provavelmente apenas uma fração disso.Em primeiro lugar, existe uma distorção clara por este ser um blog libertário.Obviamente, liberais brasileiros são mais atraidos por este conteúdo que comunistas.Além disso, não descontamos mensagens multiplas das mesmas pessoas.
Sobre as mensagens negativas, um dado muito interessante que tive confirmado neste ano e do qual já suspeitava: brasileiros estão entre os povos mais liberais no que tange a relações sociais , mais liberais inclusive que muitos estados americanos nessa questão( a nação mais libertária do planeta com cerca de 10% dos adultos se declarando libertários).Em compensação, no que diz respeito as questões econõmicas os brasileiros estão entre os povos mais esquerdistas do mundo e nisso perdem de lavada para os americanos, que tendem a ser mais liberais em questões economicas que sociais.Que nação fantástica resultaria na junção do melhor de cada uma das duas culturas...
Em suma, brasileiros são evoluídos o suficiente para em sua maioria apoiarem a idéia de um casamento gay e até da legalização do consumo de drogas, por exemplo, mas ainda são crianças não preparadas para se desfazerem de suas estatais.
A consequencia é que no segundo ano de Libertarian Planet focarei um pouco mais em questõs economicas e um pouco menos em questões sociais.
Gostaria tambem de agradecer a todos que nestes 12 meses nos escreveram querendo aprender mais sobre libertarismo, ou trazendo opiniões, negativas ou favoráveis.Ao contrário do site do PSTU, aqui nos aceitamos as duas.
O faturamento do blog ao longo de seu primeiro ano de existência foi de precisamente zero.E fico estremamente satisfeito que tenha sido assim.Recusamos inclusive duas propostas de contribuição, que seriam utéis para a divulgação do blog, mas que poderiam comprometer ou levantar súvidas sobre a real intenção de suas opiniões.
Neste meio tempo, devemos dizer, fui abordado com até por uma proposta defiliação partidária, a qual obviamente eu recusei.Cada centavo de minha renda vem da iniciativa privada e me orgulho disso.Alem do mais, não considero que um partido que se auto-intitula em prol da social democracia poderia me representar.
Gostaria de aproveitar este momento de celebração para mandar alguns recados especiais para algumas pessoas: ao tal de Rafael, dirigente estadual do PSOL que não sei como descobriu meu site e espalhou-o a sua corja de amigos para que todos nos mandassem ofensas: se eu me preocupasse com a opinião de comunistas não seria libertário.O muro de Berlim caiu, eu (nao)lamento, mas voces perderam.
Ao sr. Geraldo, que me escreveu em fevereiro dizendo-se um libertário mas que nunca concordaria com ''a legalização da pouca vergonha, da prostituição e de casamento entre duas pessoas do mesmo sexo''.Lemento, mas o sr não é um libertário.É um direito seu ter qualquer opinião, mas libertário o sr. não é.E se me disser que na sua definição sua posição é libertária, isso seria uma confusão semântica.É o mesmo que dizer que alguem é um assassino, mas ''na minha definição'' assassino é alguem que é cordial e trata bem as pessoas.Ou que alguem trabalha em um açougue e ''na minha definição '' isso se chama médico.Simplesmente é um problema linguistico e em qualquer definição suas posições não são libertárias.
Para o petista Leandro, que prometeu que nosso site não chegaria ao fim do ano no ar: sei que é triste para voce mas vivemos em um país com liberdade de expressão e o artigo 5 da Constituição Federal garante nossa permanência.Mas posso te ajudar: basta se mudar para a Venezuela ou Coreia do Norte que lá eles são mais afinados com sua forma de pensar.
Mas de todas, a mensagem mas estarrecedora foi recebida em fins do ano passado por alguem que se disse fiscal da receita federal e me ameaçõu dizendo que ''como outros empresários espoliadores deveria aprender a ficar de bico fechado e não dizer bobagens neo-liberais(sic)''
Bem, vindo de um fiscal da receita, a acusação de ser ''espoliador'' so me leva a crer que fui acusado de sonegação fiscal.Sobre isso, gostaria de dizer que absolutamente todos os centavos movimentados pelo clube de investimentos do qual sou sócio podem ser verificados sem o menor problema, clube este que se encontra devidamente registrado em junta comercial e até facilitarei qualquer funcionario publico que queira perder seu tempo em nos analisar, mas ja adianto que não terá muito o que encontrar: desde 2002, época em que fiz minha primeira transação financeira não fomos nem uma unica vez sequer autuados e muito menos condenados em qualquer instancia civil ou tributária.A FCL é completamente transparente e em qualquer caso de dúvida até recolhe a mais e divulga a mais.
Gostaria de dizer ao Sr Fiscal( ele sabe quem é) que se continuar fazendo qualquer acusação infundada a meu respeito, nos veremos no foro adequado, o judicial.

sábado, 23 de maio de 2009

Songs of freedom



This is my right, a right given by god , to live a free life, to live in freedom!
Paul McCartney – Freedom

"We shall overcome; we'll walk hand in hand; we shall all be free; we shall live in peace; the truth shall set us free, someday!"
Bruce Springsteen – We Shall Overcome | play

Life is ours, we live it our way. Never cared for what they do, never cared for what they know, and I know!
Metallica – Nothing Else Matters

Stand up for your rights, don't give up the fight!
. – Get Up, Stand Up (Bob Marley)

Should 5% appear too small, be thankful I don't take it all - cause I'm the taxman!
Stevie Ray Vaughan & Double Trouble – Taxman

- My choice is what I choose to do; and if I'm causing no harm, it shouldn't bother you!
Ben Harper – Burn One Down

- Hey, teachers! Leave them kids alone!!!
Pink Floyd – Another Brick in the Wall (part II)
- We don't need no education; We don't need no thought control!
Pink Floyd – Another Brick in the Wall (part I)

I know i was born i know i ´ll die.The in between is mine.I am mine
(Pearl Jam)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

O dia da liberdade






O Brasil é um dos países onde mais se cobram impostos no mundo. Todos os anos, os brasileiros têm que trabalhar 145 dias (de 1º de janeiro até 25 de maio) apenas para pagar os tributos cobrados pelo governo. Para lembrar a data e chamar a atenção da opinião pública para a questão, será realizado pela primeira vez em São Paulo, o Dia da Liberdade de Impostos, em que a população poderá adquirir gasolina sem o preço dos tributos. Além de São Paulo, o evento também acontece em Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No dia que simboliza a data em que o consumidor para de trabalhar para pagar impostos, a venda de gasolina será subsidiada no Centro Automotivo Portal das Perdizes (bandeira Ipiranga), que fica na Avenida Sumaré, esquina com a rua Dr. Franco da Rocha. Em lugar dos R$ 2,3999 por litro normalmente cobrado, os consumidores pagarão o valor de R$ 1,4624 por litro, que é quanto a gasolina custaria se não incidissem tributos como a CIDE, PIS, Cofins e ICMS.



As vendas serão limitadas a 25 litros de gasolina por veículo. As senhas para abastecer com desconto serão distribuídas a partir das 9h e a venda se inicia às 10h. Somente os consumidores que tiverem a senha poderão abastecer com desconto e, após encerrada a cota de 6.000 litros, a ação terminará. Será aceito somente pagamento em dinheiro. A diferença no preço do combustível será paga pelas entidades organizadoras do protesto. O Dia da Liberdade de Impostos foi realizado em 2003, em Porto Alegre pela primeira vez. Desde então, diversas cidades no Rio Grande do Sul aderiram ao movimento. Em 2009, pela primeira vez o evento será realizado simultaneamente em quatro capitais.